quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

30 anos sem JOHN LENNON

 
30 anos sem JOHN LENNON 

Há exatamente 30 anos, o sonho, que ele tanto pregava, chegava ao fim. Em 8 de dezembro de 1980 John Lennon era assassinado diante de sua residência, o edifício Dakota, em Nova York.
Em uma noite fria, o jovem Mark Chapman, que se dizia fã de Lennon, atirou cinco vezes contra o músico. Chocou não apenas o gigantesco exército de fãs dos Beatles, com toda uma geração que acreditava nos ideais de paz e de amor propalados por Lennon nos últimos anos de sua carreira.

Quando morreu, aos 40 anos, Lennon há tempos havia deixado para trás a fama de rebelde, pela qual sempre foi identificado. Idealizador da banda mais famosa de todos os tempos, havia mantido os holofotes em sua direção durante os anos de beatlemania, seja por seu incontestável talento como compositor, seja pela postura de contestador.

Em 1970, rompeu com os Beatles e passou a dedicar-se a trabalhos solo. A época também foi marcada pelo casamento com a artista plástica japonesa Yoko Ono, eternamente acusada de ser o estopim do fim do grupo, mas, ao mesmo tempo, grande incentivadora de seu lado mais político.

Apenas um mês após lançar seu último álbum, “Double Fantasy”, Lennon era abordado por um suposto fã que lhe pediu um autógrafo no novo LP, no que foi gentilmente atendido. Cerca de 5 horas depois, foi friamente morto pelo mesmo homem, no mesmo local quando voltava pra casa. 
Reza a lenda que Chapman era obcecado por John, com direito a imitações de seu estilo e até mesmo um casamento com uma japonesa mais velha. A idolatria abusiva, porém, afetou sua saúde mental e lhe tirou a noção da realidade. Segundo o próprio, o ataque aconteceu porque ele havia passado a crer que o ídolo era uma farsa e não merecia viver.

Mas pra todos que tem Lennon como inspiração, ele continua vivo através de suas letras e melodias incomparáveis.











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